domingo, 31 de janeiro de 2010

Entrevista José Mauricio poeta ... O diabo está em Brasilia?

http://www.youtube.com/watch?v=97VhnBx7gtk
A América




Joca Faria



Nossa nada como um domingo quase á tarde, pois ainda não almocei. Estou feliz mesmo com esta sinusite querendo voltar e um calor resplandecente. O melhor de tudo ouvindo Caetano Veloso que neste momento está bem vivo. Enquanto não gera alguma polemica. É bom saber que respiramos o mesmo ar de Caetano, Gil Berto Gil, Chico Buarque estes caras estão ai vivos bem vivos. Para eles nada de falças homenagens. Estão ai sobreviventes dos anos loucos de sessenta, setenta ... É a nós cabe curtir toda esta tecnologia a nossas mãos. Vamos revolucionar a nós mesmos. Esta palavra anda meio desgastadas não sei onde Hugo Chaves vai chegar estão apertando o cerco. E ele anda a cometer muitos erros. Fechando televisão, apropriando-se de supermercados. Quebrando a ordem vigente. O mundo hoje é um só. As economias estão intregadas. Precisa –se inovar para gerar a tão falada distribuição de renda. Lula cada vez mais popular. Eita cabra de sorte e muito talento. A popularidade cada vez mais alta mais seu PT não dispõe da mesma simpatia. Eu que já fui petista sei o quanto estas figuras são chatas. Senhores que se julgam saber tudo. Lula deixou de ser PT há muito tempo e eu também..Fazer política é uma arte. Lidar com conjuntura. Tentar descobrir o novo e não se deixar seduzir pela corrupção de cada dia. A sociedade é uma estrutura complexa. Não adianta nada acreditar em socialismo. Se cada ser humano é diferente do outro. Mas este capitalismo vigente precisa de mudanças. Nossa geração conseguirá vencer estes desafios? Se eu fosse Hugo Chaves promoveria eleições. Não deixaria a Venezuela entrar numa guerra civil. Pois a mídia é americanizada. E tá destruindo a Venezuela. Talvez o cara saiba o que faz , mas daqui do sul da América do Sul só vejo o cara se afundar. Como dizem os Argentinos nos temos Lula. Que dureza depois dele Dilma ou Serra não vai ser fácil. O Brasil precisa de uma reformulação nos seus quadros políticos tanto na esquerda como na direita. Nos temos um centro? Acredito que não. Pena que não sou carismático o suficiente para ganhar votos. Mas é melhor o jogo político é muito sujo na esquerda e na direita. Estou fora prefiro escrever. Mas que precisamos de renovação de idéias e ideais precisamos. Não tenho mais paciência para nada coletivo. Todos somos individualistas de mais. Quero conquistar meu espaço por direito. E tentar fazer minha parte seja qual ela for. O importante é alcançar a felicidade torço para que Hugo Chaves tenha bom senso e não cause uma guerra desnecessária em nossa querida América os Americanos ainda mandam no jogo e jogam bem pesado. Não os quero como inimigos.Um dia caminharei pelas ruas de Nova Yorque e Los Angeles. Mas antes irei a Amazônia. Nosso continente é lindo da Patagônia ao Alasca. Pena que tem esta bobagem chamada fronteira. O ser humano é livre e tem por destino a felicidade. Mas se perde em bobagens. Nosso egoísmo cria esta conjuntura de violência social. E má distribuição de renda. Caetano já cantou tudo isto em seus diversos discos. Por isto gosto de suas músicas e suas insanas atitudes. Deve saber o que faz. No mais vou encerrando por aqui. Queridas leitoras aguardo seus retornos. No mais um grande abraço e que todos alcancem a felicidade.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Video o DIABO ESTA EM BRASILIA

http://www.youtube.com/watch?v=97VhnBx7gtk

sábado, 30 de janeiro de 2010

Twitter




Joca Faria



Neste dia onde uma velha sinusite me deixou a escanteio em cima de uma cama. Me fez parar um pouco para respirar e curtir um pouco da solidão ás vezes é importante dar uma parada. Mas preferiria sem ela esta companheira. E sim uma Campânia bem feminina a me fazer carinhos. Mas deixemos as coisas acontecer hoje tem lua cheia. E já não sei mais fazer versos. Dou-me melhor com há prosa uma hora aprendo a divagar num conto, num roteiro até num romance. Cadê meus ensaios que a maturidade me tira. Gostaria de ser menos áspero. Mas faz parte de mim então que eu suporte minha doce impopularidade. Nesta era do politicamente correto devemos sorrir mesmo quando nossa cabeça doe. Ontem inconscientemente dei nota a um amigo pelo bom comportamento. Estas novas posturas ideológicas do mercado vão nos impregnando por dentro. Já conheci pessoas que dava notas de comportamento de um a dez. Em que ponto chegamos com este discurso de empreendedorismo e livre iniciativa. Estamos virando seres humanos fabricados. Acabei de alterar meu perfil no Twitter a moda agora e ter trocentos seguidores no Twitter. E isto nos ajuda? Cada ser humano no máximo faz dez amigos numa vida toda. Cansei de querer ser o popular. Quero uma mulher bem tranqüila, ter uns ganhos honestamente e trabalhar bem pouco para curtir a família e amigos e poder fazer arte. E aprender a meditar. Estas chuvas que não passam. Verão na região sudeste é só chuva eu é que faço minhas caminhadas pela Mantiqueira durante as outras estações do ano. Em breve no litoral norte. No momento estou meio sacudo da vida social nesta nossa São José dos Campos. Que nunca parece sair do lugar. Vou mudar minha vida social tentar descobrir lugares novos na vida urbana. Os velhos hábitos já não me acrescentam mais nada to fora. Sempre as mesmas pessoas sem nenhuma idéia nova. Não sei que novo é este , mas chegarei lá. Já estamos quase em fevereiro e hoje não bati cartão social no mesmo lugar de sempre. Já é um avanço. O mundo gira é Mãe Gaia esta ai a nos criar. Adoro ir ao Parque da Cidade nos dias de semana eita lugar mágico. Muita pouca gente fazendo suas corridas ou caminhando como eu. A vida é muito curta devemos aproveita-lá ao máximo. Até mesmo na doença e na possibilidade da morte que sempre nos cerca. Mas isto não importa somos simples energia que circula no universo. Quero chegar ás dimensões mais sutis. Superar estas vaidades mundanas. Não ser está além do ser. Esta personalidade tem fim meu ser é infinito. E a um longo caminho até chegar ao meu ser. Chega de cinco minutos de fama. De subir em escadas, pintar o rosto. E bradar ao mundo minha inexistente arte. Vivemos em uma cidade de eventismos carentes de almas que cheiram a revoluções. Deveríamos pendurar melancias em nossos pescoços. Desta chamada cena cultural quero a maior distancia. O mundo é bem maior que esta cidade. Não há fronteiras. Alfândegas não irão nos aprisionar. Este horroso capitalismo também. Segundo alguém me falou a democracia se mede pelo dinheiro que se tem e não nas suas virtudes. Que a paz reine em seu coração amada leitora. Que todos nós alcancemos a tão sonhada felicidade. No mais me vou indo , pois como diria Vinicius porque hoje é sábado.Insanos beijos ...



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Poema de um amigo ...



QUE SOU EU ?

Poike

29/01/2010

QUE SOU EU ?



Eu so brasileiro,,,,, italiano também,,,,



meio sangue portugues,,,,, talvez muçulmano também,,,,, quem

sabe?,,,





preto é que não sou, !!!



Africanis,,,,,,,, Pai de todos,,,,,,,,, gerador da

controvérsia,,,,,,,,, eu não!



indio é que não sou,,,,,,,,, nativo, fruto da terra,,,,,,,, como a

natureza,,,,,





como a india,,,,,,,,, como a filha dela,,,,,,, e como a selva tambem,



como todo mundo,,,,,,,,,,, até não sobra mais niguém,





sou trabalhador,,,,,,,,,, bandeirante, empresário, construtor,

engenheiro, doutor, tutor,



trazendo a modernidade,,,,,,,,,, inteligência e a indiginidade,,,,,,,,,





para o indio,,,,,,,, que é brasileiro também,,,,,,,,,



eu acho?





desgraçado, caçado e mutilado,,, animal irracional,,,,,,,,,,, que é de

niguem.



e acho que nem passaporte tem!





que vivia da terra,,,,,,, terra brasilis,,,,,,,, antes do brasileiro

chegar,



a patria mãe desalmada,,,,,, fudida, cuspida e escarrada,,,,, privada

da vida, privada.





na selva desgraçada,,,,, cheia de bichos que não valem um vintém.



quem sabe?



quem sou eu?



quem sabe?





Será que sou?,,,,,, sou filho da puta industria hierarquicamente

bastarda?,,,,,



que produz o alimento do corpo e da alma,,, e o remédio também,,,,,





quando a erva aqui é ilegal,,, a receita é legal,,,,,



Droga tem que ser da drogaria que é legal,,,,





no mato não,



do mato,,,, a erva não é legal,,,





se não for fabricada, rotulada e taxada não é legal,,,,,,,,,,,,,,,





se não te ponho a ferros,,, a mando do coronel,,, sagento, delegado,

brigadeiro, deputado,,,,,





sei que é festa,,,,,



pois o doutor pagou caro,,,, pra se formar no colégio, da indústria,,,,



e tem que comemarar,,,, o diploma que arrumou,,,



pra saber que droga é melhor pra você.,,,,





Colateral?



colateral é o preto,,,, o pobre,,,,, o indio,,,,, e o estudante,,,,,,

indigente,,,,, mendingo e camundongo,,,,,,,



tudo sub humano,,,,,,,, que não tem como pagar,,,,,,,



toma mais uma e vai trabalhar,,,,



vagabundo,,,,



quem sabe?



quem sou eu?



quem sabe?



quem sabe, sô cidadão do mundo,,,, filho do universo,,,,



plantado nesta terra pra crescer e frutificar,



quem sabe?



quem sabe é Deus,,



mais qual??



O Deus judeu,,,,, o católico,,, apostólico,, romano, muçulmano,,,

jesus, buda ou ala?



Caralho,,,,,,, e a mãe Gaia,,, aonde fica nessa?,,,,,,



mãe querida,,,,,, que dela se come,



dela se germina,,,,, dela se existe...



A vida,,,,,,,



vida bandida,,, malfada,,, que tem que ser processada,,

industrializada e empacotada.



pra ser posta na mesa dessa putada,,, que arrota a prepotencia e a

arrogância da magnitude,,,



abençoada pelo Deus,,,,



Deus de poucos,,, Reis,,, destes impérios bastardos...



Americano, Holandes, Irlandes, Paquistanes, turco, muçulmano, Chines,

Ingles, Albanes

Chiata, Bulshita, Russo, Japones, Latino, tudo filho da putez,



putez maldita social,,, econômica,,, continental,



quem sabe?



quem sou eu?



quem sabe?



talvez seja eu mesmo,, contradito,,,,



seja mesmo eu um,,,,,,



Indio!



neto,,, bisneto,, tataraneto, fruto da terra



filho da colizão cósmica dos atomos da vida



errante do universo,,, irmão do sol,, primo da lua,



filho,,,, filho sim,, da terra mãe,,,, germinada pelo infinito,,



Nossa terra,,,, minha terra!,, Sua terra!,, Terra deles!,, planeta

terra,



terceira pedra do sol,,, dentro da via lactea,,,



Linda,



como o leite do seio materno que derrama pelas gargantas da vida,



quem sabe?



quem sou eu?



quem sabe,,, meu desejo?



que eu cidadão do mundo,,,, indio,,, bugre,, animal racional?



neste corpo humano?



e o que eu quero??



quem sabe?,,,,



o que eu quero??



Reforma,,,, REFORMA AGRÁRIA, PLANETÁRIA, UNIVERSAL, GALAXIAL,

INTELECTUAL,,,, CONCEITUAL.



reforma sim,,, pessoal,,,, reforma neurológica,,,



reforma comportamental,,,



reforma fisiológica,,,



são os votos do seu irmão,,,, zé nimguêm,,, filho da mãe,, nascido aqui

neste planeta,,



descendente da terra,,, da agua,, do ar,, do fogo,, e da energia

visceral,,,,



feito do barro,,,, e que para o barro se vai...,,,,



Adeus...



Poike

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Avatar ...




Joca Faria



Como diz a canção ando meio desligado por estes dias. Ás vezes sem nada aparente estamos meio maus. É o que acontece nestes dias as forças parecem acabar. E para recuperar deste momento fui assistir ao belo filme Avatar há anos longe da telona lá fui eu pensei repensei e comprei o ingresso. Já não sabia como lidar num cinema. Um monte de papel. Cadeiras numeradas. Que insanidade. Aquela gente bonita na fila. Paguei com cartão. Sem a nota fiscal Paulista. Fui ao banheiro ... Passei pela pipoca. Antes vi as pessoas da política no encontro do trem bala onde generosamente fui barrado. No momento senti-me mal um ativista político fora será que é por estar de bermuda e camiseta não sei? Mas escrevi ao Valeparaibano. Esperando colocar o mau atendimento de nosso governo federal é pensar que já ajudei a eles chegarem lá. Que falta de respeito a um cidadão brasileiro , mas este cidadão escreve.

Mas Avatar vale um ingresso é um filme belo onde coloca nossa doce humanidade no lugar dela a de destruidora da natureza só pelo interesse econômico e de poder.

Os Avatar nos lembra os conhecimentos indígenas e da literatura esotérica mostrando um planeta como um ser vivo. Onde o ser correspondente ao homem na Terra sabe lidar com a mãe natureza e põem os Terrestres como Demônios será que somos Demônios?

Estes estragos da chuva mostra isto como podemos deixar as comunidades pobres morar em áreas de risco. E nos achamos humanos em aceitar ver no Jornal Nacional ver aquele povo que perde tudo sem um apoio de políticas de estado. Em vez de mata ciliar nos córregos estão lá as favelas.

Assistir Avatar sem refletir nossa vida no planeta é uma bobagem. Quando as naves destruíam

As matas. Tinha gente vibrando no cinema. Que coisa. É pensar que poderíamos ter sidos entregados a mãe natureza e perdermos este caminho. Espero que ainda haja tempo a doce humanidade.

Os mercenários tinham invadido até a Venezuela que na vida real é questão de tempo.

Hugo Chaves entra em crise. Talvez falte um projeto político mais humano neste planeta que ainda não foi pensado.

Pelo menos em Avatar os índios venceram os senhores da guerra foram expulsos. O que alivia é que a doce humanidade não corromperá o espaço com seus vírus de egoísmo.

Precisamos redescobrir a humanidade em nós mesmos. E nenhuma revolução coletiva fará isto.

Só a mudança dentro do coração de cada um de nós o fará. Que cada um descubra seu próprio caminho não há formula para tornar-se novamente humano.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Confiram no site http://www.entrementes.com.br/

O cd Cidade das Palavras. De volta a UEB.



http://www.entrementes.com.br/

sábado, 23 de janeiro de 2010

Estação das Artes




Joca Faria



São José dos Campos acordou hoje mais ousada tudo começou ontem com um telefonema do jornalista Ricardo Faria do site Vejo São José me telefonou dizendo que neste sábado algo diferente iria acontecer a partir da Praça da Igreja Matriz. Dormi com uma bela curiosidade, pois o jornalista não me contou. O que poderia ser? Fui para meu compromisso de sábado que para mim é de suma importância. Acho que os Sábados são dias mágicos. Na época dos aparelhos de som eu tinha um disco de Vinicius de Moraes onde o mestre declamava O dia da criação. Então assim que terminou o meu compromisso liguei para Ricardo perguntando o que era tão importante assim? E ele me falou que cerca de oitenta pessoas tinha tomado conta da Estação de Trem da cidade. Ai fui da Vila Ema até lá e no caminho encontrei com o deputado Emanuel Fernandes. Le falei do Fundo de Cultura e ficou de me dar uma resposta. Cruzei pelo centro bem afoito desci pela Av. Mário Galvão chegando lá encontrei o pessoal da AFRO NORTE e uma estação de trem abandonada como eu não podia saber que estava fechada? Um prédio histórico abandonado como podemos ter aceitado isto por todos estes anos? Quando criança embarquei naquela estação rumo a Aparecida do Norte que viaje maravilhosa. E hoje abandonada e agora pode ser salva? Vamos aguardar os próximos capítulos? Espero que o coletivo mantenha esta luta que deve ser estendida a toda nossa comunidade. Para isto nasce este texto e outros virão. O espaço de cara precisa ser pintado. Arrumar o teto tem telhas soltas. Neste domingo haverá roda de capoeira. Sugeri um sarau para o próximo sábado. Esta cidade adormecida e onde a população tem a ilusão de se achar classe média deveis enquanto acorda. Espero que não seja algo transitório. A cultura tem sua importância. Este prédio precisa ser restaurado e como li no Valeparaibano precisa-se de uma ligação para o Parque da Cidade e ali é perfeito. Cabem as autoridades políticas da cidade se movimentar. E as nós cidadãos não permanecermos de braço cruzado a outras estações na cidade e do Rio a São Paulo. Quando o governo privatizou a Rede Ferroviária deveria ter previsto como seriam utilizadas as antigas estações. O problema esta ai cabe a comunidade cobrar uma solução. Um espaço de cultura gerido pela comunidade é algo avançado que pode acontecer e a Afro Norte tomou a iniciativa e esta aberta enquanto coletivo. Vamos lá dar as mãos e salvar este patrimônio histórico. Por isto esta cidade precisa repensar a idéia do fundo de cultura. O dinheiro público pode ser gerido diretamente por sua comunidade. Como diria Vinicius agora num cd estamos ai.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada



Acompanhe as matérias sobre este e outros temas no http://www.vejosaojose.com.br/

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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Fundo de cultura um direito do cidadão




Joca Faria



Interferir e mudar a sua própria vida já é um desafio quanto mais da comunidade em que vive. Enquanto vida social e não a privada onde temos que trabalhar, cuidar da família, estudar laser e cultura. Mas há a obrigação da vida pública que são as atividades em busca da melhoria do coletivo onde reflete na nossa vida privada esta vida pública quase não faz parte do modo do brasileiro em geral de viver. A maioria acredita que nunca pode mudar o curso das coisas e opiniões empresariais e governamentais. Não foi o caso de Zilda Arns que dedicou sua vida ao bem comum e a política no sentido do bem fazer que morre na tragédia do Haiti. Há algum tempo eu procurava referencial e pensava em Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce que até conseguiu passagem para Paulo Coelho voltar de Salvador ao Rio na sua juventude. E não me liguei em Zilda Arns. E agora há perdemos. Mas o propósito deste texto é debater a criação de um fundo de cultura para São José dos Campos já uma luta de anos de nossa comunidade cultural. Eu consultei a prefeitura da cidade e obtive um não. Pois os governantes atuais não acham importante um projeto deste para a cidade. Alegam já ter a LIF e a Fundação Cultural Cassiano Ricardo é estranho uma cidade que isenta de pagar impostos uma GM que cria incubadoras e um Parque Tecnológico e o discurso de empreendedorismo é forte não querer criar um fundo onde qualquer cidadão possa apresentar um projeto de arte e cultura e deste projeto ser avaliado e ser passado uma verba para ser executado. Não entendo como nesta cidade e no pais de modo geral o cidadão comum aquele que paga impostos e trabalha e vota não tenha direitos que empresários e associações tem. Porque não o criador de peças de teatro, dança, letras e música não possa ter um incentivo desta envergadura? A comunidade artística desta cidade que tem uma tradição forte não abandonará esta bandeira mesmo sem o apoio de nossa Câmara Municipal que não se faz sensível a um projeto de sucesso em muitas cidades destes pais. Sabemos da importância de nossa cidade no cenário nacional e uma cidade deste porte não pode abrir mão do Fundo de Cultura. Portanto estou assumindo esta bandeira e não desisto me somarei a outros cidadãos que lutam por esta lei. Estamos ai a defender um avanço na política democrática de cultura. Governos passam , mas a comunidade cultural não passa. Por isto estamos defendendo este fundo. Que será essencial para o avanço das artes e culturas no nosso município.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

sábado, 9 de janeiro de 2010

Pobre e doente humanidade, há há há Por ingenuidade, neste inicio de ano, acreditei em mudanças nesse oceano de mesquinhez.


Joca Faria  e Ricardo Faria









O coletivo continua só nos discursos, no caminho da infelicidade dos lobos sarnentos disfarçados em bambis. Só balimos, cadáveres a repetir os velhos erros, até virarmos petróleo.



Nas bancas dos jornais, as manchetes catastróficas tentam manter o falso jeito americano de viver, para ter, sem ser.



Nos fast foods das religiões, padres, pastores e sei lá mais o que recolhem grana, muita grana, nas arapucas armadas à luz do dia, aprisionando os “espertos” dispostos a comprar a felicidade. Estelionato, como sempre!



Cadê a policia cadê a Justiça. Calma! De nada adianta gritar, e nem procurar nos chiqueiros, as autoridades estão de férias. Por onde andarão os novos líderes, as novas mensagens?



Não deveria ter escrito artistas joseenses, ah, ah, ah! Mas sim artistas joseenses, quas, quas, quas! São invólucros vazios na procissão da enganação. Surdos, mudos, cegos, egoístas, profetas do consumo, indiferentes a tudo e a todos. Apenas coelhos na cartola do mágico falecido. Não sei mais o que fazer.



Cadê a verdadeira solidariedade para com o pessoal da beira do rio Pararangaba, em São José dos Campos. À São Luiz do Paraitinga, vão para aparecer na foto, posar de bonzinhos. Bons filhos da puta.



Choram lágrimas de crocodilo nas águas contaminadas pela Votorantim, pela Monsanto, pela Petrobrás. E gritam... Gritam, até que lhes seja oferecido um empreguinho com salário miserável. Bons filhos da puta.



O pior de tudo é conviver com essa gentalha, com a mediocridade, com a falsidade, com a ignorância, com o jabá deles de cada dia.



Até quando conseguirei suportar a solidão, essa humanidade, sem luz. Quero meu demônio verdadeiro, com chifres, cheiro de enxofre e garfo na mão. Até isso querem me tomar, dizendo que sou louco.



Como em Sodoma e Gomorra, choram a queda dos casarões, em São Luiz do Paraítinga. Mas ninguém fala dos políticos corruptos luzienses que se elegeram com o dinheiro da Votorantim e outros plantadores de eucalipto que transformaram o município num imenso deserto verde que matou a flora, a fauna e expulsou o homem do campo.



Quem sabe agora, até com a queda da igreja local, essa água toda vinda das bandas de Cunha consiga lavar e purificar as almas dos luzienses para que aprendam a zelar pelo patrimônio histórico e por eles mesmos.



Tudo tem seu tempo certo, até de prefeita feia. Vamos ver se, após o desastre, São Luiz do Paraitinga se reconstruirá. Com qualidade de vida, Carnaval, marchinhas e festança, mas, principalmente, livre de seus políticos pequenos e corruptos. Tomara!



Em São José dos Campos, isso jamais acontecerá. Aqui a lama da corrupção já moldou as pessoas.



Aprecie se quiser

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Liberdade de expressão




Joca Faria



Nestes dias estou refletindo para que serve a escrita e também meu processo de escrever por conta de umas criticas. Não sei se vivo no passado me sinto tão atual. Gosto dos Beatnik e dos Hippies sim e dos anarquistas. Mas estou no meu tempo. E este tempo mesmo sendo passageiro é meu é nosso.

Não quero ser um escritor de belas frases de auto-ajuda sem sentido. Precisamos debater nossa época não nego que seja romântico. Que saiba amar.Reflito e escrevo nosso momento atual. São José dos Campos teve um avanço e se chama Estival. Um evento feito por gente realmente interessada em artes sem nenhum compromisso financeiro. Também tem o site Entrementes e o Vejo São José.

Não estou acima de criticas e ninguém está. Se as pessoas vestiram a carapuça e problema de quem as vestiu. Naquele texto carreguei no palavrão já nem lembro em que contexto foi escrito. Talvez nisto tenha errado.

É um erro nesta cidade ter se fechado a produção cultural em torno de uma Fundação como é errado fazer arte só em função de leis de incentivo os artistas neste pais agora são artistas chapas brancas seguindo políticas de governo.

A arte por natureza é libertária e faz parte de uma jornada espiritual do artista e não se encaixa no comercial nem tudo em arte é pop.

Portanto escritores, jornalistas e artistas devem ser livres para refletir o momento de seu mundo.

Não devemos bajular governos nenhum. Confundimos ação cultural com arte talvez seja um grande erro. As revoluções acontecem queiramos ou não. Tudo gira e muda. Com esta tecnologia que se barateia irão surgir muitos artistas que não se atrelaram a projetos governamentais.

Fundos de culturas e entidades públicas de cultura são fundamentais. Mas não devem ser o centro das artes. Nem as ONGS voltadas para a arte educação talvez sejam um meio de renda.

O artista é uma figura livre e libertária esta sempre á frente e criando sem amarras.

Portanto meus caros não me preocupa em ser popular não faço televisão e nem sou candidato a nada.

Sou alguém que escreve e agora também fotografo e faço meus vídeos. Faço parte da comunidade joseense e brasileira e deste planeta todo.

Busco a liberdade erro muito sou quase humano.

,

No mais a quem se indiguinou que se manifeste escreva texto. Critique.

Não há mais um órgão público de cultura para julgar como fizeram com Rubens Espírito Santo.

A arte em São José esta livre das amarras públicas e privadas sempre esteve nos que não nos tocávamos meus caros a liberdade está dentro de nós.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

12 9113 54 17

jocafaria@yahoo.com.br

Um vídeo recente que editei

http://www.youtube.com/watch?v=4z-d4j6Djvo

http://www.youtube.com/watch?v=4z-d4j6Djvo

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Oi Mário e Mendel hoje estive no Sétimo Andar de nosso paço municipal para tentar falar com o prefeito para defender a idéia do Fundo de Cultura pois sabemos que ali se emperra este debate.


O Fundo de Cultura tem a importancia pois gera cultura e libera uma verba diretamente a artistas e produtores culturais.

É estranho numa cidade que defende o empreendedorismo esta idéia de repasse de nosso dinheiro público diretamente a comunidade.

Será que governos se esquecem que são comunidades que tem um mandato.

Governar e ouvir a população da qual se faz parte ou o prefeito é um ET?

Ou o senhores o são não somos cidadãos brasileiros e nada mais.

Este papo de partido politicos ou idéologias esta ultrapassado pensem na responsabilidade dos senhores já vimos a gestão do Diniz passar a do Edmundo e esta necessidade do fazer cultural nunca sai.

Que feio um artista e produtor cultural como Claudio não se empenhar conhecendo as necessidades de nosso coletitivo estamos ai esperando. Não de braços cruzados mas agindo.
A pobre e doente humanidade há há há




Joca Faria



É o coletivo está para nós nos dias de hoje só para discursos e nunca ações a humanidade caminha para a infelicidade.

Somos lobos disfarçados de ovelhas só discursamos e nunca agimos vivemos a repetir nossos velhos erros ó tolos. Um dia seremos petróleo para uma outra civilização. Cadáveres viventes.

Neste inicio de ano ingenuamente acreditei em mudanças, mas dificilmente mudamos estamos vivendo uma hera em que cada vez nos tornamos mais individualistas pensando em nossas vidas mesquinhas.

Estive nas bancas de revista e vi as manchetes das revistas em geral tudo é catastrófico.E porque isto. Precisamos manter este falso jeito americano de viver. Queremos ter. E nossas religiões não passam de Fast Food.

Não sei como faremos para mudar não surgem novos lideres como alguém antenado me falou Os Che Guevarás ou Hitlers nada. Não deveria ter escrito Artistas Joseenses Há Há Há.

E sim humanos há há há. Para onde vamos com este egoísmo que se perde em consumo. Não vi solidariedade real em relações ás mortes das águas.

E sim indiferença a água não bateu ainda em nossa bunda, mas irá bater nossos Rios estão morrendo e o Espírito da Natureza se defendendo.

Depois de três séculos de destruição estamos recebendo o que plantamos.

E ainda assim continuamos indiferentes. Escritores querendo ser Best Seller músicos sucessos que não existe. Políticos o jabá de cada dia.

E assim nos dizemos humanos. No que somos humanos?

Não sei terei de suportar a solidão, mas não deixo de me expor. Pois contemplo o fim de nossa civilização. Sou também fruto deste Kaos quantas vidas devo ter maltratado este planeta. Agora estou aqui perplexo diante do inicio do fim desta doente humanidade.

Nunca conseguiremos viver de luz, pois somos Demônios para chegar a tanto.

Façamos nossa parte contemplemos o fim acreditando numa importância que não temos.

A minha cidade e mais uma no mapa.Tenho que fazer algo por mim por você mas estou perplexo. Aquela igreja de São Luiz do Paraitinga era bela aqueles casarões e se foram como nos iremos em breve.

Desejo a todos sucesso nesta egoica empreitada nesta vida medíocre que temos hoje nos achando importante e não passamos de um vírus que destrói o planeta.

Sodoma e Gomorra caíram, Babilônia caiu e agora esta pobre e podre humanidade se desmorona se achando importante e consumindo lixo.

To dentro e morrerei como todos o inferno nos espera.



João Carlos Faria

Editora Pasárgada

São José dos Campos São Paulo Brasil

12 9113 54 17

jocafaria@yahoo.com.br