quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Conferencia de cultura

Joca Faria

Neste próximo sábado em São José dos Campos acontece a conferencia de cultura eu não acredito muito nestes Fóruns Governamentais , pois participo deles há muito tempo e nunca vi resultados práticos os uso mais como encontro social.
Estarei lá á cultura hoje tem duas funções ou uma dividida de um lado a classe artística se se pode chamar de classe no sentido de classe?
De outro a população que curte arte e cultura. Fazemos parte dos dois grupos e ás vezes não nos enxergamos enquanto comunidade e sim seres políticos que tem que encarar como profissionais ai está o erro do povo de cultura que acaba sempre fazendo o jogo da administração vigente seja ela do PT ou PSDB as duas reais forças na política.
No Vale estas duas forças estão em São José dos Campos e Jacareí.
Dando as cartas do jogo gente totalmente defasada em relação á nova conjuntura que se cria na sociedade de hoje no geral uns sangues sugas do poder.
Mas ainda dão as cartas , pois tem com eles a classe empresarial, maçonaria , sindicatos,igrejas
As velhas e podres hierarquias de nossa sociedade que um dia terão seu merecido fim.
E o novo que acontece com o MST, Ongs que não estão comprometidas com o velho.
Nossa sociedade está apodrecendo já não há empregos de qualidade as pessoas fingem o tempo todo que acreditam neste poder. E por dentro se digladiam, mas não vêem surgir ainda algo que se possa ter como referencia.
Por isto vejo nas artes e cultura a possibilidade de com criatividade e uma nova concepção de ética pensar uma nova sociedade a partir do que apodrece. Pois vira humo.
Estejamos lá atentos as manobras do PT e do PSDB. Com seus disfarces de ovelhas e discurso bem feito.
Tiremos um documento que norteie as artes e a cultura na cidade pensemos em geração de renda para os produtores culturais de modo que lês de liberdade de criação e parem de fazer projetos institucionais disfarçado de arte.
Pois arte vem de de dentro do coração e não só do cérebro. Arte vem da alma não conropida e não vendida , pois ela é imortal e não paga contas.
Ela a arte é cultura são manifestações legítimas e não incorporadas.
O poder social esta conropido estamos nos vendendo para algo que não acreditamos. Neste sábado comecemos a ser homens e mulheres de verdade.
Pois nossa alma nosso ser não é vendável.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Aqui dois vídeos ...

http://www.youtube.com/watch?v=aYQjKXa9BTo

http://www.youtube.com/watch?v=rJwjp3fhZhc
O Direito à Propriedade e a Renda Mínima, Um Novo Olhar

* Franklin Maciel

Imagine a seguinte situação:
Um homem de nome João, que nunca trabalhou formal ou informalmente na vida, vive da renda oriunda do aluguel de 10 imóveis herdados de seus pais. Não se sabe se seus pais trabalham para adquirir estes imóveis ou se foram adquiridos de forma desonesta. A pergunta é: Você acha justo que João, sem nunca ter trabalhado na vida tenha direitos sobre a renda dos aluguéis?
A Constituição Brasileira determina que todas as riquezas encontradas em solo brasileiro são de propriedade da União, portanto da nação brasileira (mesmo que vc encontrasse petróleo ou uma jazida de ouro embaixo do terreno de sua casa, esta riqueza não é sua, pois a sua propriedade se limita ao uso da superfície segundo a lei).
A nação brasileira é o conjunto de todos os brasileiros naturais ou naturalizados, assim, toda a riqueza extraída do solo brasileiro é herança, patrimônio, propriedade de todos os cidadãos brasileiros.
Portanto, toda a riqueza oriunda da exploração do solo brasileiro é de propriedade legítima de todo e qualquer cidadão nacional, à partir do mesmo direito legal que garante a João a legitimidade e direitos sobre os imóveis herdados de seus pais dos quais extrai sua renda e sua sobrevivência independentemente ou não de er trabalhado para adquiri-la.
Deste modo, assim como é garantido à João o direito de exploração de suas propriedades herdadas sem lastro de seu trabalho pessoal através da cobrança de aluguel de seus inquilinos, também é direito de todo cidadão brasileiro, sócio legítimo da nação brasileira, o direito a receber renda e porcentagem referentes à sua parte sobre os lucros advindos da utlização e exploração das riquezas do país, transformadas em matéria-prima que alimenta todos os setores produtivos, do aço das panelas aos aviões da Embraer, independentemente ou não deste ser condicionado à trabalhar para fazer juz à este direito, exatamente como no caso de João e sua renda a base de aluguéis.
Este é o princípio legal que norteia todos os programas de transferência direta de renda, como o renda mínima, renda cidadã, a devolução de parte dos rendimentos obtidos com a exploração de território nacional que é de propriedade de todos os cidadãos brasileiros.
Dessa maneira, programas como Bolsa-auxílio e Bolsa-Família tem como vício de origem dar à entender já a partir de suas nomenclaturas que que seriam benefícios concedidos e não direitos inalienáveis e assegurados,(os governos em todas as esferas que se valem do discursos de benefícios concedidos e não da devolução de direitos agem de má fé) entretanto, ao contrário do que seus detratores alegam, com seus argumentos pífios de associação à esmolas e manutenção de uma multidão de “vagabundos”, o que estes programas fazem na prática, nada mais é do que devolver a legítima parte desses cidadãos no “arrendamento” das riquezas do país para a utilização privada, ou seja, não é, nem nunca foi nem nunca será esmola ou benefício, é direito legítimo à propriedade, base da sociedade capitalista, fundamentada e justificada em garantias de direitos sobre a propriedade privada.
Ao negar esse direito legítimo à divisão das riquezas nacionais, propriedade de toda a nação, portanto de todo cidadão enquanto sócio, invalidamos juridicamente falando, todas as demais garantias ao direito privado sobre a propriedade, condicionando este direito à renda oriunda da exploração da propriedade através da validação por meio de carga de trabalho pessoal compatível.
Deste modo, empresários, arrendatários, locadores, e tantos outros que extraem seus excendentes de renda por meio da exploração de seus bens privados como meios de produção, num processo indireto de locação aos portadores da mão de obra, estariam todos condicionados à levar como salário ou renda apenas a quantia adquirida diretamente por seu esforço pessoal traduzido em força de trabalho, o que ironicamente, os conduziria a uma sociedade socialista.
Em verdade, o que se oculta neste discurso fantasioso contrário aos programas de distribuição direta de renda é a tendência de setores dominantes da sociedade à hierarquizar direitos, separando os membros da nação entre os que tem direitos e os que não tem direitos, entre os que estão sujeitos á lei e os que não estão.
O grave precendente dessa história de tornar “uns mais iguais que outros” é que, uma vez que essa grande parcela da sociedade se articule e descubra que está sendo passada para trás, e que não são atendidas pelos mesmos direitos e obrigações, isto lhes dá a premissa da DESOBEDIÊNCIA CIVIL, pois, dentro dessa dicotomia legal conflitante cria-se jurisprudência para não ser obediente nem a uma nem a outra, afinal, o Brasil é uma nação e não duas, conforme convenientemente vem sendo manipulado há anos pela elite dominante e reproduzido em todas as instâncias institucionais afim de que os desfavorecidos dentro do jogo não percebam a manipulação.
Em suma, negar ao conjunto da população os dividendos oriundos da produção de riqueza nacional, condicionando seu acesso à comprovação através do trabalho em uma escala mais ampla é negar o direito à propriedade de todos, portanto legitimar todo e qualquer ato de apropriação ilegal de propriedades privadas no país que não estejam devidamente alicerçadas no trabalho e na comprovação pessoal deste, em suma, endossamos um Estado de Barbárie onde qualquer um pode, através do uso da força ou quaisquer outros meios se apropriar de qualquer propriedade desde que está não esteja sendo validada no lastro do trabalho pessoal e intransferível do proprietário, condição de 99% das situações.
E aí João, continua achando injusto o direito à renda mínima? Quem sabe não de dar exemplo abrindo mão dos alguéis e pegando no batente?

Josias Franklin Maciel

Cientista Social

domingo, 25 de outubro de 2009

Convocatória

Joca Faria

Bom dia povo como já havia escrito acredito mais na possibilidade deste Fórum o Arteath do que nesta conferencia.
Algumas pessoas tem me falado da possibilidade de sair do Fórum com um documento escrito sobre as artes e cultura da cidade.
Vou tentar fazer um esforço e estar neste próximo sábado lá.
Esta atual gestão da Fundação parece-me uma ignota?
Pelo que fiquei sabendo parece que gastarão mais de um milhão de propaganda?
Acredito que a comunidade artística a partir da liderança deste Fórum Arteateh deve cobrar diretamente do Prefeito, Câmara Municipal e dos deputados Emanuel Fernandes e Carlinhos de Almeida deixando a escanteio o conselho da fundação e a diretoria.
Pois ela a diretoria não cumpre seu papel de ouvir a comunidade joseense.
São José apartir deste grupo maduro de artistas e intelectuais que se forma tem a chance de reais mudanças.
A articulação cultural até então se dava pelo pessoal de teatro que só cuida do próprio umbigo.
E nunca teve credibilidade perante as lideranças política da cidade.
Por isto o Fundo de Cultura que tentamos articular com o Vereador Cristiano Pinto Ferreira naufragou.
E outra tentava como os Fóruns.
A cidade enquanto arte e cultura tem uma chance apartir do Arteateh precisamos
Convidar pensadores de todas as correntes ideológicas para participar deste Fórum Virtual
Vereadores prefeitos e ex prefeitos , políticos, membros de entidades.
A cultura pode ser a salvação deste mundo. Lembrando dos filósofos e pensadores de todo os tempos.
São José dos Campos tem nas mãos a chance de mudar seu presente a partir deste Fórum Virtual que pode se desdobrar em ações no mundo real.
É a internet rejuntando as pessoas e ajudando a mudar os destinos da humanidade.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada
Endereços de e-mail do grupo
Link relacionado:

http://groups.yahoo.com/group/arteateh

Enviar mensagem:
arteateh@yahoogrupos.com.br
Entrar no grupo:
arteateh-subscribe@yahoogrupos.com.br
Sair do grupo:
arteateh-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
Proprietário da lista:
arteateh-owner@yahoogrupos.com.br

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Venezuela aprova polêmica lei de educação

Da Reuters
CARACAS (Reuters) - A Assembléia Nacional da Venezuela, controlada pelos partidos governistas, aprovou à meia-noite de quinta-feira uma polêmica lei de educação pela qual o presidente Hugo Chávez pretende acelerar sua "revolução socialista."
Criticado pela oposição porque aumentaria o controle das escolas e universidades pelo Estado, o projeto recebeu o voto favorável de uma ampla maioria na Assembléia no final de uma sessão maratônica.
Como foram efetuadas mudanças em alguns artigos, a lei terá de ser enviada agora à Comissão de Educação para incorporar as alterações e depois voltará ao plenário para a sanção definitiva, provavelmente na semana que vem.
Horas antes, centenas de pessoas saíram às ruas para demonstrar sua oposição ao projeto, mas foram reprimidas pela polícia com gás lacrimogêneo quando tentavam se aproximar de uma manifestação de governistas a favor da iniciativa.
Além disso, uma dúzia de jornalistas da Cadena Capriles, empresa proprietária do popular diário "Últimas Notícias," ficaram feridos depois que pessoas identificadas com a causa revolucionária de Chávez os agrediram por manifestarem sua oposição à lei, nas imediações da Assembléia Nacional.
A legislação sobre educação faz parte de uma ampla ofensiva legislativa lançada por Chávez para eliminar as leis "contrarrevolucionárias" antes de dezembro, que incluem modificações no regime de propriedade na mídia e do exercício do jornalismo.
O ministro da Educação, Héctor Navarro, insistiu em várias oportunidades sobre a urgência de aprovação do texto legal antes do início das aulas, em setembro.
Opositores de Chávez e parte da hierarquia da Igreja Católica condenaram a lei por excluir a educação católica, reservar a formação docente ao Estado e anular o direito que as universidades sempre tiveram de selecionar seus alunos.
Relacionar o texto acima com o seguinte trecho da Apostila (p. 55):

“Da mesma forma que podemos concluir que “pensar” representa um perigo para aqueles que querem “dominar”, torna-se válido concluir que da organização de uma estrutura de dominação depende o sucesso ou o fracasso de um processo pretendido”.

Responder


Re: FÓRUM - TEMA 02 - POLÊMICA LEI EM TORNA DA EDUCAÇÃO
por JOÃO CARLOS FARIA - sexta, 23 outubro 2009, 18:38

Analisar o governo de Hugo Chaves e seu polemico jeito de governar é estranho a história da América Latina passa pela interferencia Norte Americana nos anos setenta teve a operação Condor e outras açoes que levaram por exemplo no Chile a morte de Aliende e a subida ao poder de Pinochet.
Filmes como Pra Frente Brasil nos mostram claramente a interferencia americana na ditadura militar brasileira.
A atual conjutunra na América Latina é de democracia mais pesquisas que já li em vários jornais demonstram que temos uma inclanação para a ditadura.
Ditaduras de direita ou de esquerda nunca são bem vindas. Mas no Brasil nos bastidores da politica se diz que uma eleição para deputado federal custa em média 500 mil reais?
Pergunto a eleição brasileira é democrática?
Qualquer professor desta universidade teria chance num preito assim?
Qualquer cidadão brasileiro ou Ong consegue uma conceção de rádio e tv?
Hugo Chaves esccolheu um caminho para criar sua revolução Bolivariana pelo que sei de sua biografia ele se preparou bem.
O que não podemos aceitar é a América Latina ser alvo do Capital Internacional.
José Dirceu numa entrevista a Revista Piaui a alguns anos falou que era contratado para fazer transaçoes politicas economicas que prejudicava várrios paises e não faria o mesmo no Brasil.
Quais as fontes de noticiario que veio esta matéria da Veja?
Também me informei a Rede Bandeirantes está fazendo uma campanha de matérias de dez minutos questionando Hugo Chaves.
No mais encerro. Bom fim de semana.

Joca Faria

terça-feira, 20 de outubro de 2009

NÓS SOMOS ASSASSINOS

Joca Faria

Vendo a foto de um urso branco num mergulho para o nada do oceano. Na hora salvei em minhas pastas e imprimi a foto. Que coisa a que ponto chegou nossa doce humanidade estamos causando a morte de milhares de urso. Isto me faz sentir num pântano a afogar numa areia malvediça. Em nosso pais policiais morrem num tiroteio e caem com seu helicópteros e o que mais me desconcerta e as pessoas gritarem quando mandamos nossos textos me tirem da listas estes imbecis vivem em que mundo?
Não sentem dor nenhuma não esperem de mim poemas doces e palavras amorosas poço até fazer. Mas falo de nossas dores humanas. Não sei se o que escrevo é crônica, poesia eo diabo que nunca nos carregue. Quando escrevo tento me convencer que ainda podemos mudar a cena em que vivemos .
Não consigo julgar aos outros que gritam ... Que Nélio, Franklin, Edu Planchez ... Gritam também me doe. Podem nos tachar de porras loucas muitas vezes vagabundos , mas estamos ai gritando... Alguns imbecis acham que porque todos ganham quinhentos reais temos que ficar em silencio. Não fico. Não ficaremos só ficarei em silencio o dia em que morrer ou enlouquecer. E isto esta muito longe ou perto demais. Deixamos de ser covardes e tentemos mudar este jogo que nos leva ao abismo civilizatório.
Chega deste discurso besta que tem uma família para cuidar. Pois as novas gerações não terão nada se não fizermos algo novo e inesperado hoje.
Madre Tereza, Cora Corolina, Irmã Dulce nas suas épocas fizeram o que era para ser feito. E nós caras pálidas fazemos o que para salvar o próximo e a nós mesmos?
Chega de morrermos de medo destas autoridades que ai estão constituídas. Eles não são nada diante da possibilidade da construção de uma nova civilização.
Cara você está fora do sistema mesmo achando estar dentro. Levante sua bunda da cadeira e mexa-se usando a possibilidade da inteligência coletiva que é o mundo virtual.
Podemos criar uma nova economia. Como programas como LINUX que é pura colaboração coletiva a Wikipédia. Nós enquanto seres indivíduais e enquanto coletivo podemos desenvolver uma nova teoria governamental. E idiotas gritam tirem- me da listas.
Uma nova forma de mercado que não seja a exploração do homem pelo homem. E do homem querendo sobressair a mãe natureza.
Somos unidades mesmo na diversidade. Podemos ser solidariedade enquanto alguém está na adversidade.
O estado nação está condenado. Em breve a internet terá tradução lingüística e todos os povos serão um só povo respeitando as diversidades culturais.
Este modo de operação do capitalismo é excludente. E o aceitamos. Nós somos a bala que derrubou aquele helicóptero nos somos os culpados pelas mortes dos ursos polares.
Nós somos quem dirige e mata jovens de droga. Nossa civilização é altamente destrutiva. Não sei se ainda dá tempo. De mudarmos ou se já estamos á beira do abismo.
Mas façamos alguma coisa, pois você junto comigo está se afundando nesta areia movediça.
Talvez ainda de tempo se não nos veremos no inferno.

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O Distrito 9 é aqui !


O filme Distrito 9 que acaba de estrear com certo atraso nos nossos cinemas, é uma metáfora clara das políticas habitacionais e sociais dos governos neoliberais pelo mundo, principalmente aqui no Estado de São Paulo e seu filhote mais querido São José dos Campos.
No filme, aliens chegam à Terra e sua nave, de maneira misteriosa fica parada sobre o céu de Joanesburgo , na África do Sul, coincidentemente o laboratório mundial, onde a elite branca experimentou tornar explícito o apartheid social que todos vivemos no dia a dia de forma velada para verificar o desenrolar de tal empreendimento que, caso houvesse obtido o sucesso esperado, provavelmente teríamos esta realidade nua e crua esparramada por todo o globo de forma escancarada.
Como nada acontece, os humanos arranjam um jeito de entrar na nave e, ao entrar, encontram um mulitdão de aliens à beira da morte, em péssimo estado de saúde.
Assim, trazem-nos à Terra e os mantém em Distritos (o Distrito 9 do filme) uma espécie de gueto de Varsóvia para Ets. Neste gueto, sob as péssimas condições sociais em que se encontram, estes aliens começam a formar favelas como as que temos esparramadas por todo o país, assim como, devido à exclusão social gritante, que os separa dos humanos, começam à cometer delitos típicos da exclusão, como pequenos furtos, tráfico de drogas (no caso ração para gato) prostituição entre outros. Assim, passados 20 anos, a população local de humanos, começa a pressionar o governo a dar um jeito de se livrar dos aliens , dos “indesejáveis” que estão “incomodando a paisagem” social, arranjando um jeito de tirá-los de perto dos centros e realocá-los num vazio demográfico distante da cidade.
Quem acompanhou o desastroso projeto habitacional de São José dos Campos no governo Emanuel Fernandes que culminou na criação do conjunto São José 2, onde famílias que viviam em favelas próximas ao centro da cidade e à bairros centrais foram todas realocadas num vazio demográfico (O Bairro criado para receber toda essa gente até hoje, não possui ligação fronteiriça com nenhum outro bairro, caracterizando de forma cruel a segregação imposta) , tendo desmanchados todos os seus vínculos sociais, seus meios de subsistência (grande parte desses cidadãos viviam de pequenos bicos e da reciclagem de lixo, impossível de ocorrer no isolamento e na distância da cidade onde se encontram, visto que, longe da população que consome, não existe lixo para se recolher e vender à reciclagem, nem pequenos trabalhos, os bicos), “empurrados” para os limites da cidade (O São José 2 fica na divisa com o município vizinho Caçapava), muitos deles acabaram recorrendo a violência e ao tráfico de drogas para manter condições mínimas de sobrevivência, assim como ocorreu com os alienígenas do filme (A coisa aqui foi tão séria, que houve um tempo onde o bairro tinha toque de recolher e o tráfico de drogas controlava quem entrava e saia do bairro, não permitindo que agentes do poder público, lá entrassem como foi amplamente divulgado pela mídia local).
Esse processo, sempre ocorrido de forma truculenta, valendo-se da imposição pela força e de instrumentos legais de intimidação, com a utilização de intensa propaganda oficial afim de manipular a opinião pública em favor dessas desocupações (que continuam ocorrendo, basta ver o caso da Vila Leila, onde as pessoas foram obrigadas a mudar de suas casas para que fosse contruída uma grande via, a Via Norte), assim como no filme, sempre oculta interesses comerciais. (No filme, a MNU, espécie de ONU quer utilizar esse processo para se apropriar de tecnologia alien na indústria de armas; aqui entre outros casos, auxiliou-se o mercado imobiliário, comércio (uma das favelas foi retirada como condição para a instalação de um grande hipermercado, que recebeu inclusive, grandes investimentos de infraestrutura ao redor, resolvendo um problema de enchentes que perdurava por quase 30 anos e que sacrificou toda a população).
O caso da ocupação do Pinheirinho na zona Sul de São José é outro exemplo, onde essa idéia do Distrito 9 se encaixa perfeitamente, inclusive com o aparato oficial usando a miséria e a criminalidade oriunda da mesma para jogar a opinião pública contra os sem teto.
Por uma dessas ironias do destino, o termo criado pelo então prefeito Emanuel Fernandes para desqualificar as lideranças desses movimentos sociais é Chupa Pobres, uma corruptela do caso do ET de Varginha que ficou conhecido como Chupa Cabras, ou seja, as pessoas em situação de vulnerabilidade social desta cidade já são Ets há muito tempo para o poder público.
Parabéns ao diretor Blomkamp e ao produtor Peter Jackson pela coragem de trazer um tema tão importante e tão presente aos nossos dias através do cinema.
Que mais filmes como este sejam produzidos permitindo a todos um novo olhar sobre a maneira brutal e desumana como temos conduzido nossa sociedade.
Fica claro no filme que, mesmo a mais avançada civilização, em situações de dificuldade extrema acaba tendo de recorrer a violência e a instintos primários para sobreviver. Estamos à beira de uma guerra civil aberta, cabe a nós escolher o final deste filme.

Franklin Maciel

Veja mais em: http://www.franklin maciel.blogspot. com
Chega de discurso Barato... Chega de Corrupção...

Não! Não! Não! Não posso em hipótese alguma aceitar a premissa (Como o Senhor Poeta Joca Faria explanou ao ser solidário comigo) "Passei por dificuldades iguais e piores e dei a volta por cima...", e que até mesmo o Senhor Cláudio Mendel me falou ao ser questionado por mim no Fest Vale.

Não sou religioso e muito menos cristão, sou artista, e por isso não aceito dar outro lado de minha cara para bater.

Ora senhores, não quero nada de que não seja meu. Quero fazer valer o ESTATUTO da Fundação Cultural. O governo cobra impostos e por isso deve ser repassado a quem de direito, e pelo que sei, pelo que dizem (público), tenho um trabalho interessante (será que tenho que provar mais ainda que sou ator que dança e canta?).

Podem falar o que quiser. Não desistirei. Farei valer os grandes autores de teatro que muito sofreram, lutaram e muito deixaram escrito sobre a falta de dignidade e humanidade para com os artistas e pra com a sociedade. Quem assim não faz deve ter vergonha de usar suas obras, pois caem no Ato Falso.

Para refrescar a memória dos menos esclarecidos fica a pergunta: Quanto foi gasto e quanto perdemos com a construção do novo teatro em nossa cidade? Não me venha dizer que a empresa abandonou as obras. Se assim foi tomem os bens dos mesmos e repassem para Cultura da cidade. Não sei no caso do novo Teatro mas tem empresa que nem deveria ter sido contratada pois deve e tem diversos problemas em outras cidades. O que fazem os senhores da lei que recebem para fiscalizar? (Fazem vista grossa ?) Indo para outra esfera, como fica o grande rombo na questão do transporte coletivo da cidade (milhões)?. Porque não tomam os bens desses "empresários". E a questão dos bancos, torneiras, cimentos, entre outros materias pagos as empresas e que não foram empregados nas diversas obras espalhadas pela cidade...

Agora vem me dizer que reclamo demais? A Senhorita Bê Galvão e até mesmo o Senhor Wangi Alves me disse que tbm já sofreram no passado. Se sofreram é por causa de milhares de servidores públicos que deveriam trabalhar por uma sociedade mais justa e cobraram impostos para isso assim não o fizeram e devem lutar para que os próximos que virão não sofram e evitar o efeito cascata (o círculo vicioso).

No episódio do Fest Vale no CET quando o Sr. Mendel foi questionado por mim sobre o porquê de não convidar o Grupo atuadores (já que prometeram ajudar aos grupos a organizar seus trabalhos) para o mesmo o Sr. Walace Puosso (se não me falhe a memória) me disse (nervosinho) que não existe só eu de artista. Ora meu caro, agoira lhe pergunto: Existe só vcs? Que eu saiba não tenho recebido nenhum repasse de verba ou pagamento da Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

Quero lembrar que recentemento houve o falecimento do Sr. Isaac (suicídio) e o Sr. Ladslau (inanição) vitimas claras dessa política.

Para encerrar: Não me venha com falácias, churumelas e hipocrisias. Já falei que não sou leigo, não sou idiota. Sou adulto o suficiente para saber o que se passa com os cofres públicos do nosso município. Quero solução. Quero que dividam o pão. Não aceitarei a miséria que querem que eu aceite. Baterei o pé. Gritarei. Escandalizarei até que minhas forças acabem...
Obs: Caros Senhores da Lei: Podem ficar com a parte de César e repassem a parte de Deus...

Nélio Fernando Ator e Palhaço DRT Nº 28.606

domingo, 18 de outubro de 2009

Nélio,

Essa 'bagatela' de R$ 520,00 é pouco menos do que eu recebia como concursada, dando um duro danado na FEBEM. Está na minha carteira de trabalho.

E bem mais do que recebi por mês nos 2 anos anteriores em que fiquei desempregada, trabalhando no Pimenta e em outros bicos, lavando banheiro e resolvendo problemas dos outros, antes de passar nos concursos.

Hoje estou melhor, graças ao meu esforço, à minha persistência e competência. Mas ainda moro de aluguel nos fundos da casa de um marginal, onde não consigo dormir direito e preciso manter tudo trancado à cadeado. Nem por isso culpo aqueles que têm mais conforto ou 'sorte'.

Orgulho-me de pertencer à uma classe artística produtiva que, ao contrário do que você propaga, não se alimenta de hipocrisias e não tem a obrigação de te sustentar.

Já te pedi para me retirar de sua lista de lamentações, agressões e ofensas.

Cada um faz por merecer.

Beatriz




2009/10/14 Nélio Fernando Gonçalves Ferreira <ogima1@msn.com>
Caros colegas que ainda acreditam em min, Veja meu trabalho na Frente de Trabalho... Preciso de ajuda (inclusão Social) com o que ganho não dá para viver... Pago aluguél... Preciso de vcs e devolvo em tabalho e arte.... Sou trabalhador... Não sei até quando vou aguentar...A Diretoria da Fundação prometeu ajudar e não convidou o Harley e nem a mim para trabalhar... paça a eles que reflitam sobre isso e se retratem por favor... Obs: Teatro, Horta Mandala, Arte Educador , Filosofia ...Obs: As fotos são do resultado da Horta... Uma verdadeira revolução no ensino... (Frente de tarbalho) tudo por uma bagatela de R$ 520,00 (é justo ?) Onde trabalho todos gostram de mim....Todos os alunos gostam de mim...Eles ainda não sabem que sofro muito no quartinho onde moro...Eles não sabem que tenho baixa estima...Eles não sabem que estou por um tris..Não quero desaponta-los...Será que não mereço nada? Nélio Fernando



Tenho acompanhado há um tempo o drama de Nélio assim como as diversas manifestações (em geral de repúdio) ao seu desabafo.Pautadas na premissa básica de :" Passei por dificuldades iguais e piores e dei a volta por cima" o que fica oculto neste discurso fatalista é uma certa aceitação de que todos, um hora ou outra, precisam e vão passar por dificuldades de ordem econômica para fazer valer suas idéias e pensamentos, assim como um mea culpa, onde os problemas enfrentados fossem individualizados, assim como as soluções a estes problemas também acontecessem pura e simplesmente na esfera individual, ou seja, nos culpabilizamos como únicos responsáveis pelo nosso destino como se o meio não tivesse qualquer influência ou determinação sobre a nossa condição.Ora, se é cada um por si, cada um que se vire por conta própria e vençam os melhores preparados lançando ao mar os que não se adaptam, para que então necessitamos arcar, às custas de pesados impostos com o Estado?Não é função do Estado equilibrar essas relações dentro da sociedade, onde cada um cede um pouco para que todos tenham garantias de acesso à dignidade e a qualidade de vida? Se ele não cumpre a sua parte conosco, porque continuamos então cumprindo a nossa parte junto à ele, dando uma parte graúda de tudo que produzimos (a carga tributária no Brasil está em quase 40%) O que não vemos diante da reprodução desta idéia do "cada um com seus problemas" muito cômoda ao Estado que vê suas obrigações diminuidas pelo próprio cidadão, é que, enquanto aceitamos como natural que todos venham num determinado momento a passar por dificuldades no nível pessoal numa pretensa expectativa de, quando resolve-las também resolve-las no âmbito individual, deixamos de nos identificarmos enquanto iguais nestes dramas, perdemos nosso referencial de classe e nos entregamos à devoração um a um como bois no matadouro.As pessoas ligadas a classe artística hoje representam algo em torno de 2% do total do eleitorado joseense, mas não são 2% quaisquer, são 2% de formadores de opinião.Qualquer estrategista ou cientista político sabe que essa força determina, se bem articulada e organizada, no mínimo 10% de todo o eleitorado da cidade, o que determinaria, por exemplo, o próximo prefeito da cidade ( nas últimas eleições, o atual prefeito ganhou com 56% por cento; se esses 10% tivessem se articulado, ele teria 66% ou 46%, determinqndo o resultado da eleição) Esses mesmos 10% elegeriam sozinhos 2 vereadores.Dei esse exemplo para que percebamos a força que temos nas mãos e estamos desperdiçando. Uma vez que a nossa união pode decidir quem vence uma eleição, portanto tem poder de representação se organizada, ela também pode, ao seu tempo, impor as condições sob as quais este apoio se concretiza, entre as quais, por exemplo, uma política que garanta mercado de trabalho aos artistas da cidade, para que todos possam viver com dignidade ganhando uma renda compatível com suas necessidades.Não concordo com Nélio enquanto mantém seu discurso sustentado unicamente sobre seu drama pessoal, mas é fundamental que, olhemos para a realidade de todos, que, segundo os muitos depoimentos, ou foi ou será como a de Nélio, portanto essa realidade do Nélio é um fantasma presente sobre a classe, e, afim de evitar que casos como estes continuem a se multiplicar (sinceramente não vejo vantagem nenhuma em passar por dificuldades desnecessárias só para depois bater no peito e dizer : - Eu venci) nos articulando e organizando para exigir que políticas públicas que atendam as necessidades da manutenção da classe sejam instituídas restaurando a dignidade não para um, mas para toda a classe.Juntos faremos a diferença, separados estamos fadados a repetição do fracasso.

Franklin Maciel
Aos covardes de plantão

Joca Faria


A gente fica até assustado de ver alguém com conteúdo na geléia geral da imbecilidade reinante.
Acabei de ver um vídeo DOS VOLUNTÁRIOS DA PATRIA do Capitão Igor Contrim onde por quase dez minutos num texto próprio e bem humorado fala da ditadura até nosso massacrante dias atuais. Onde ninguém quer ouvir vozes discordantes todos temos que concordar com os imbecis reinantes.
Temos que ser bem humorados e cortes ao ouvir barbaridades.
Devemos vender projetos sem nenhum conteúdo bem vazios aos governos. Não falar de problemas e quando falar apontar soluções.
Que merda não me encaixo nesta mentira ás vezes até tento com o idiota medo de um futuro tenebroso. Mas vivo no presente.
E estou vivo. Foda-se as instituições públicas deste pais. Elas estão rendidas ao velho deviam ser explodidas e não o são. Que novidades elas trazem além de iludir os covardes.
Tó cheio de gente covarde que se disfarça de bom mocismo. Escondem-se atrás de um diploma acadêmico e nega suas origens sociais.
Intelectuais vazios de conteúdo. E com muito medo de dizer o que pensam se é que sabem pensar? Quem não grita. Não sabe gritar. Chega de sonharmos em passar num concurso qualquer e sermos mais um burrocrata.
Este povo nem um fake cria para se expressar e vão morrer de câncer. Pois são bem covardes.
O mundo de hoje não tem alternativas só há Shoppings e barzinhos vazios onde enchemos nossa cara de cerveja e bradamos nossa alienação.
Estes partidos vendidos ao capitalismo reinante me digam qual a real diferença entre Serra e Dilma?
Eu confesso que não sei. Eles mentem descaradamente vendem se as empreiteiras e ao empresariado e aos banqueiros.
E você idiota não vota nulo. E nós fazemos campanhas para estes imbecis tão imbecis quanto nós.
Tiremo-los do poder. E devemos nos reciclar para não sermos tão estúpidos quanto eles.
É Igor seu canto se multiplica pena que São José dos Campos não há dez pessoas para montar algo semelhante aos Voluntários da Pátria.
Um dia esta cidade amadurece. E o povo da cultura se cansa de ser enganado e se organiza de fato.
Enquanto isto estamos ai sobrevivendo cheios de arranhões e tapas na cara.
Mãe eu não sei mentir...
Mãe chega de ilusão...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

http://www.youtube.com/watch?v=5CxR_ET6LoQ

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

WADO

Atlântico Negro

Joca Faria

A noite se faz. Ouço Wado no cd Atlântico Negro enquanto busco a inspiração que veio na faixa 7 Pavão Macaco de Wado. Assisti ao show desta figura no SESC São José dos Campos com certa relutância seu show foi ganhando espaço. Geralmente vou lá aos sábados procurando pessoas. E as encontro e descobri alguém da nova safra, mas o novo sempre nos causa estranheza. Escrevo há um tempo e ás vezes acabo relendo meus textos num jornal qualquer. Já experimentaram ir ao Google e puxar seu nome e lá vem algumas coisas que fizemos ou escrevemos há anos atrás é muito estranho a temática e sempre a mesma. Mas o som de Wado não é o mesmo. Sexta- feira em silencio doméstico me faz bem. A solidão na maioria das vezes não é tão ruim assim.
Hoje vi vários comentários sobre as angustias de Nélio Fernando deixa o cara escrever. Que escreva abra blogs e o que mais quiser. Temos que fingir o tempo todo dar sorrisos com dores de dente?
Este admirável mundo novo nos faz aprender a fingir o tempo todo? Talvez falte a Nélio é uma pitada de literatura. Não é o que falta ao som de Wado. Este sim uma novidade bem madura.
Hoje lendo a parte de vendas de serviços sexuais no Valeparaibano me deu vontade de me anunciar lá homem de 40 anos, 1,72. Barrigudo procura mulheres para sexo pago só mulheres.
Iria ficar estranho anunciar, mas não estou com disposição de gastar uma grana não. Troquei meu teclado que pifou em plena aula.
Nossa este Wado tem uma sonoridade interessante. Um dia gravo algo tão bom assim. Vamos trabalhando em breve sai o cd Pasárgada da nova safra de poetas brasileiros. Que simplesmente residem em SÃO JOSÉ.
Mais de um ano após ser gravado um parto. Mas deixemos as coisas acontecerem.
A vida está ai para ser vivida. O banhado para ser visto e admirado com a Serra da Mantiqueira ao fundo.
E o Rio Paraíba com seus hormônios femininos que coisa e o Dr. Coimbra sempre avisou e hoje saiu um artigo no Vale.
Epa por isto que a Adhemar de Barros anda cheia de gente esquisita. Olha a patrulha do politicamente correto ai gente.
Chega de sermos babacas e hipócritas no geral as pessoas estão desesperadas não só pela falta de grana, mas a falta de perspectiva.
Do que sempre vai acontecer e nunca acontece. A vida hoje está sendo bem representada nas séries globais A grande família e Aline que lembra muita gente que conheço.
A vida não é um Reality Show tão bem descritos no livro Cultura da Convergência de Henry Jenkins .
E nem a fantasia que se paça no Programa Vitrine a vida é dura e suave quando ouvimos Wado com sua sonoridade de 2009.
Wado esta ai presente e nos fala de hoje de nossas dores e amores. Com uma sonoridade urbana , mas com o toque da ciranda de roda.
É Brasil estamos ai He He He Vanguarda ...

João Carlos Faria

Editora Pasárgada


http://www2.uol.com.br/wado/

http://www2.uol.com.br/wado/index2.html

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Cacos de história ...

Joca Faria

Manhã desta quarta – feira feira feira. Já fui á lotérica já li emails. Estou feliz pelo encontro de ontem á noite e ouço Alceu Valença eita cabra da peste PESTE peste.
Que compositor e cantor de alma. Comprei este cd numa leva de consumo e agora o ouço.
A vida é cheia de surpresas agradáveis. E Alceu e o Arteatec cheio de pessoas inteligentes são alguns presentes que recebemos.
Não sei se merecemos , mas o Arteatec é um Oasis na imbecilidade das artes e políticas desta São José dos Campos.
Até deste imenso pais chamado Brasil. Porque não manifestos, intervenções urbanas em Sampa e no Rio porque não uma nova proposta de arte e política?
Só depende de nós nós nós ... Cabe a nós fazer... Pois somos somos somos...
O melhor lugar para artistas nesta cidade segundo algumas pessoas é a rodoviária.
Já discordei e muito. Hoje concordo plenamente.
Vamos construir o novo em cima destes cacos de história.
Desta corrupção de almas. E superar a ausência de amor. Queremos a luz do sol. E não mais as trevas.
Façamos a reciclagem ... Somos pássaros com as asas concertadas prontos para atravessar oceanos...
Vamos saltar saltar saltar ?

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

Endereços de e-mail do grupo
Link relacionado:
http://groups.yahoo.com/group/arteateh
Enviar mensagem:
arteateh@yahoogrupos.com.br
Entrar no grupo:
arteateh-subscribe@yahoogrupos.com.br
Sair do grupo:
arteateh-unsubscribe@yahoogrupos.com.br
Proprietário da lista:
arteateh-owner@yahoogrupos.com.br

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Os sem capital ...

Joca Faria

A opinião pública brasileira manipulada pelo sistema de edição de nossos telejornais e a revista Veja joga pedras no MST único movimento de vanguarda hoje existente no Brasil.
Não concordo com vandalismo, mas e o vandalismo dos conglomerados bancários que quando fale o sistema financeiro e governos os socorre?
E as construtoras que bancam candidatos eleitos democraticamente e depois aprovam obras em licitações manipuladas?
Sabem quanto custa uma eleição de deputado federal por volta de quinhentos mil reais quem paga? Nosso empresariado e não o MST?
Na cidade de Taubaté no interior de São Paulo quarenta famílias estão para ser expulsas numa cidade onde segundo a prefeitura o déficit habitacional é de cinco mil moradias?
E o desemprego nesta era globalizada se espalha quanto temos emprego é de forma precária e por alguns meses uma geração inteira não vai ter direito a aposentadoria.
Porque não se cria o Movimento dos Sem Capital. Quanto é os juros de um cartão de crédito?
A Classe Média está se esfacelando e não se percebe empobrecendo enquanto as multinacionais ficam cada vez mais ricas como Microsoft e a Sony que nos vendem produtos e depois nos torna dependentes deles. Dias destes tentei comprar uma bateria de minha câmera e descobri que só na loja da SONY me senti um grande otário sem nenhuma defesa.
E as pessoas comuns torcem o nariz quando falamos em militância política enquanto o empresariado faz a festa no congresso, câmaras,prefeituras e governos estadual e federal.
Com seus Lobys e a impressa vendida ataca um Movimento legitimo como o MST?
É assim eles conseguiram com suas GLOBOS ,RECORD,SBT criar uma grande massa de manobra sem raciocínio lógico e analfabeta politicamente dentro de um enorme senso comum.
E agora ta na hora de coletivamente pensarmos algo novo. Antes que tudo desabe em nossas cabeças. Dias deste um intelectual orgânico me falou que ainda veremos uma grande guerra civil diante da porta de nossas casas.
Qual lado estaremos ? Ou construímos uma nova civilização ou seremos ruínas carbonizadas.
Os Sindicatos estão arruinados, partidos políticos corrompidos e ai?
Criemos algo novo....

João Carlos Faria

Editora Pasárgada

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Comentário feito ao Valeparaibano

Quando me pergutam para que time torço respondo de pronto Águia do Vale e não é para menos aos quatro anos de idade nos anos 70 fui ao meu primeiro jogo no Martins Pereira.Tive a carteirinha que podia entrar gratuitamente assisti jogos de dentro do gramado.Morador da Vila Industrial já vi tempos melhores no Teatrão com shows . Talvez a compra seja algo importante. Hoje esta sendo usado para futebol americano. É um belo espaço numa área central da cidade.Oito milhoes parece alto. Talvez não seja para a rica São José dos Campos.Mas deviam pensar em recuperar a acústica daquele espaço.Somos a cidade que não é só dos discipulos de Sobral.São José sofreu muito com a ditadura militar mas passou e alguns grupos insistem neste
facismo.


João Carlos Faria

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Oi sr. prefeito Eduardo Cury hoje pela manhã sendo eu colunista dos sites www.vejosaojose e www.entrementes.com.brRecebi uma denuncia de um municipe que no espaço destinado a cultura no Novo Horizonte a dois coordenadores indicados pelos veradores Walter Haiashyyy e Alexandre da Fármacia e gostaria de confirmar acreditando ser uma mentira e se for verdadeiro procuraremos a curadoria das Fundaçoes e o Ministério Público no aguardo da resposta e confiando na idoniedade desta adiministração municipal no aguardo para completarmos nossa matéria e conversarmos com nossos advogados.

João Carlos Faria

Redator Chefe do Vejo São José