sexta-feira, 4 de março de 2016


A lama brasileira

Primeiro a surpresa na manhã que já não era tão surpresa
assim Lula preso assim estava na boca do povo.
Enquanto se faz este teatro da operação Lava Jato
a economia do Brasil vai a frangalhos.
Quantas pessoas desempregadas no Brasil e o pais real vive seu dia
quase que normalmente. Nos bares nos lares a TV ligada. Internet
e lá se vão quase dois anos de teatro !
Pode -se passar um pais a limpo mas não acabem com sua economia.
Todos precisamos de trabalho precisamos ter renda.
Os que querem tirar este governo a qualquer custo estão afundando
o Brasil.
Eu achei o discurso de Lula agora a pouco na TV bem populista
ele se soma-se a Getúlio, Juscelino.
Temos que ter um projeto de Brasil não um projeto de situação
e oposição.
As urnas nos darão respostas pois as ruas só mostram a violência
entre o mal e o mal pois existe bem em que se esmurra nas ruas ?
Guerra civil ? Impensado é uma mera guerra de poder.
Que joga a economia e o Brasil na lama.
Quando iremos sair deste abismo ?
Não temos lideranças serias nem na situação e nem na
oposição.
Deixemos as urnas virem com as respostas afinal todo
poder vem do povo ? Mas será realmente que vem
do povo ?
Ir as ruas não é a hora agora as urnas irão nos dar
a saída !
O mundo não acabou nem o sonho de um grande
Brasil fico com a utopia de Darcy Ribeiro.
Que saudade de Brizola.
Que destino terá o PT, PMDB, PSDB nas próximas
eleições ?
Moro não poderia ter convidado Lula para depor ?
Dilma fica.

Joka

João Carlos Faria

quarta-feira, 18 de maio de 2011


JOKA

O HOMEM DA CIDADE NÃO CONHECE O CAMPO

A chuva cai numa noite de outono. Amanhã segunda-feira e estamos aqui tentando nos desvendar?  Sem internet sem nenhuma conectividade assistindo a TV a cabo e lendo alguns livros. Enquanto este globo roda. E tudo a nossa volta acontece. E temos a ligeira impressão que não aconteceremos? Caminhamos no sábado pelas mesmas praças e os mesmos eventos de sempre. Hoje já não somos os mesmos que antes e as pessoas também já não são as mesmas então porque repetirmos velhas formulas e não buscamos algo diferenciado? Que nos de força e animo para criar algo realmente novo?  Os dilemas que nos movem são os mesmos. A conquista de um lugar ao sol no cenário da vida. Mas que conquista se pode fazer hoje neste universo politicamente correto de nossa sociedade? Onde as ONGs ambientalistas que são pragas pagas com o dinheiro dos ricos e mercenários de outros países.Tentam impor um novo código florestal? Não deixo de defender o meio ambiente acho que parte da Serra da Mantiqueira merece ser reflorestada. Acredito que se deva ter um debate entre Ruralistas,MST,Via Campesina. Temos sim que preservar nossos rios e florestas. Mas precisamos fazer um debate que gere um equilíbrio entre a produção agrícola de nosso pais e a preservação do meio ambiente nisso consigo entender a posição de Aldo Rebelo nós que vivemos hoje nas cidades num passado não muito longe em poucas décadas atrás nossos pais, avós viviam no campo. E queremos com uma mudança de lei prejudicar os pequenos proprietários de terra? Quem dera eu possa me fixar no campo se tivesse uma oportunidade não a perderia. A região Sul e Sudeste é feita de pequenos sitiantes que sobrevivem da lavoura e da criação de gado. Cabe a nós cidadãos que nos achamos politizados defender estes pequenos produtores. Esta lei que se debate é importante para o pais. Devemos escutar sem satanizar nenhum movimento seja o MST,Via Campesina e os Ruralistas. Quantos as ONGs Internacionais devemos ver qual o papel que elas têm em nosso pais. Conheço vários ambientalistas em minha cidade são pessoas idealistas. Mas qualquer um de nós realmente entende a necessidade dos nossos homens do campo? Fui numa reunião com este tema promovido por um deputado via várias pessoas falando. Mas as de sempre velhos militantes políticos que acham que devem opinar sobre todos os assuntos.Prefiro pesquisar e me aprofundar no tema. O que conheço do campo são meus passeios em fim de semana enquanto turista.Que me faz sentir a presença da natureza. Como disse um deputado depois voltamos temos nosso café, nosso leite, nossa TV a cabo. E internet. E nosso salário garantido no fim do mês. E achamos ruim que se asfalte uma estrada. Como a de Bonete em Ilha Bela ou em algum lugar da Mantiqueira. E o homem do campo sujeito a geadas, hoje em dia a multas de fiscais do IBAMA? E a financiamentos bancários que como presenciei muitas vezes na minha família se faz perderem as terras. Enquanto nos Estados Unidos e Europa governos subsidiam a produção rural e fortalece os produtores rurais. E em nosso pais se faz isto? Não é hora de se repensar a política econômica para fixar o homem na terra? De se levar infra-estrutura ao campo? Hoje no Sudeste o turismo rural tem salvado muitas propriedades da ruína. Como a plantação de eucalipto que segundo os ambientalistas e danosas a ecologia de nosso pais. Mas estes ambientalistas têm propostas econômicas para as propriedades rurais? É fácil sermos Quixotes enquanto somos, professores, funcionários públicos, sindicalistas, comerciantes, políticos. Vamos viver no campo sem estas profissões conseguiremos? Acho que voltaríamos á cidade cheio de dividas? Criticar é fácil apresentar soluções de verdade é difícil. Sermos ambientalistas, que tem carro, usa celular, freqüenta shoppings. E cada dia aumenta nossa obesidade mórbida. Sejamos políticos com P maiúsculo apresentemos soluções sociais e econômicas para a sociedade na qual vivemos e consumimos. Ser radical e não construir um movimento social de verdade é ser hipócrita e demagogo. Cansei de nossos falatórios nos achamos donos da verdade. E nunca plantamos uma arvore. Nunca aramos uma terra. Nunca defendemos de verdade o homem do campo. Devemos ir ao universo rural e ouvir o mais humilde homem do campo. De resto somos apenas militantes de reuniões que nunca dão em nada. Só servem para abastecer nossos egos. E aumentar nossas vaidades. Quem nunca tirou um leite. Quem nunca tangeu uma boiada. Quem nunca plantou conhece verdadeiramente o campo?

JOKA
joão carlos faria      
   

sábado, 12 de março de 2011

DESVIRANDO ESSA NOSSA
VIRADA CULTURAL
(MITOS E POSSIBILIDADES DE UMA CULTURA ALTERNATIVA)

Dizem muitos daqueles que inventaram, criaram e deram vida a esse projeto interessante e vistoso de uma “tal” Virada Cultural, em discursos enfadonhos com seus tantos proselitistas, que a estruturação seria de certa forma um propósito, paramentado, acondicionado e incurso em uma Política Pública para a Cultura com conceitos inclusivos. Será que é isso mesmo?
Mas eu vos pergunto, onde está o público nessa história? Onde é que entra o público na verdade dessa história pública? Quem nessa história pública se fez ou se tornou consulente daqueles criadores do projeto? Quem se deu realmente ao luxo de arguir com o povo, com as comunidades, com a entidades culturais, com os agentes artísticos de bases comunitárias para que se pudesse querenar ou dar um propósito realmente de Política Pública para o evento?
Não adianta pintar histórias nos centros das cidades onde acontecem os eventos, com supostos conteúdos que não refletem os interesses e não dizem respeito aos enseios da população... Não adianta dizer que está dentro de propostas de revitalização urbana de área central. Isso é muito pouco, sendo um discurso pequeno e vago. É para isso que existe e se fizeram criar os encontros e moldes de Orçamentos Participativos e outros engodos da municipalidade modernista?
É sabido pois, que num primeiro momento, todo projeto quando emerge, quando surge e quebra a casca do ovo, de forma assertiva sempre acaba por contemplar aos artistas que vivem à margem da estrutura cultural da cidade. Sim, num primeiro momento tudo caminha às brisas do consenso, da ordem estabelecida e por indicadores de qualidade, mas depois sempre finda por degringolar...
Mas essa Virada Cultural pode realmente ser considerada um retrato verídico da diversidade cultural dessa nossa megalópolis, ou trata-se apenas de surrealismo daqueles incontroláveis megalomaníacos das artes? A história nos relata sobre muitos desses aventureiros de plantão...
Que tipo de assertividade e representatividade pode ser ostentada e conclamada por essa tal Virada Cultural? É uma representatividade valiosa, de teor verídico ou quiçá, um conceito real apenas e tão somente segundo aqueles tantos produtores e empreendedores culturais do seguimento de entretenimento que conseguem inserir os seus artistas e produtos nesse “mercado”?
Certamente, que dentro dos mecanismos da criação e dos postulados sui generis das artes em geral, a Virada Cultural não pode ser vislumbrada, como também não deve se apresentar ou se mostrar como uma nave mãe, uma acolhedora ou produto notável da matemática final da Política Cultural de um governo que se preze. Esse universo é muito mais grandioso.
As Políticas Públicas Para a Cultura não podem ser pautadas apenas e tão somente em eventos de “massa” ou até talvez para tencionar em se firmar como mecanismos com o dom de manipular as massas com seus conceitos um tanto ortodoxos e em muitos casos de cunho eleitoreiro. Tudo deve se pautar em idéias, continuidade e também ideais reais de formação...
Eventos que buscam uma certa sazonalidade sem continuidade e, sem que se possa atingir às diversas áreas não podem se delinear e insertos como uma pluralidade de política cultural com autenticidade. Todos esses eventos especulativos das artes, de características passageiras e sazonais, podem certamente criar o fenômeno da falta de continuidade para outros eventos de teores mais sérios. O continuismo é importante no contexto geral, para que as cidades, núcleos fundamentados das artes e criação de muitas comunidades excludentes do sistema, aumentem e alimentem com objetividade as contingencias culturais.
Faz-se necessário uma discussão mais combativa e intensa, para que se possamos repensar essa questão do contexto que se fora formulado para a organização, criação e prática desse evento com seu gigantismo ás avessas. Temos que argumentar também e discutir de forma severa com as bases comunitárias de produção cultural e artística, acerca do contexto ideológico ou político de um evento de massas. É sim muito importante e necessário que se aclare e se detecte quem faz o evento e, para quem o evento é feito de forma efetiva e objetiva?
Evidentemente, diante do mundo moderno em que vivemos, que não possa caber mais de forma alguma ao poder público em se mostrar tão identificado com o conservadorismo... Não são apenas os artistas midiáticos de sempre que praticam a arte como produto e cultura de base, como também não são os seus herdeiros os únicos perpetuadores dessa sina e história cultural. A arte e a cultura em geral possui um poder dinâmico que se diferencia de outros processos de ciências da humanidade. A arte é um dos poucos frutos que pode nascer, florescer e vingar em quaisquer terrenos, mesmo que possa parecer infértil e inculto...
Mesmo que o poder público possua a doença da estagnação, da prepotência e da arrogância, que por muitas vezes se arraiga no cerne de muitos administradores culturais... Mesmo que possam muitos desses do poder público, estarem enviesados, vivendo e possuidos da doença de impotência no criar e no agir, mesmo assim são obrigados e tem por dever se aproveitar dos bons ventos e das sobras das marés criativas, fazendo bom uso das potencialidades artísticas que se estão sendo lançadas e, deslizando no mar do acontecimento e realização que esses artistas anônimos nos despejam cotidianamente.
Os independentes e alternativos lançam e propõem idéias e conceitos que carecem e precisam de ser peneirados e melhor aproveitadas pelo sistema cultural do Poder Público. O poder público vive da magnanimidade avassaladora e por muitas vezes essa enfermidade vai se espraiando para outras áreas. Somente aquilo que produzem faz parte das verdades culturais, segundo o conceito desse poder articulador oficial. Isso não é uma verdade absoluta, já que essa verdade é inexistente...
Vivemos em uma era de modernidade e humanização e, não cabe mais qualquer tipo de estrutura imperialista ou magnânima em propósitos de administração cultural. Tudo há que ser feito e delineado plenamente em função dos anseios do povo. Todos nós crescemos diante dos erros e aprendizados em nosso cotidiano. Ninguém cria um sistema cultural sozinho.
Por diversas vezes nos perguntamos: porque é que as ações culturais de grandes proporções se realizam ou se utilizam de verbas do Tesouro Municipal, quando poderiam perfeitamente lançar mão de verbas advindas ou consignadas por meio de parcerias privadas e juntadas com numerários de fundos outros diversos? Essa possibilidade também é uma realidade...
Nós não podemos cair em uma cilada cultural ou deixar se arvorar em cada um de nós a idéia, de que a Virada Cultural possa ser a nosso a redenção. Não podemos nos conformar em aceitar que isso se torne um padrão da prática oficiosa da Política Pública Para a Cultura da Cidade. Esse projeto é apenas um caminho, onde se pode denotar uma certa diversidade artística e o lado cultural dessa ou de outras grandes metrópoles, o resto são argumentos e possibilidades apenas futuristas.
Sim, a Virada Cultural pode ter o atributo em ser decantada de forma exaurida com possibilidades em até ser um cartão postal, além de ser em muitos casos o bandido, o mocinho, a santa e também a vilã para os conceitos e postulados das intenções culturais da nossa cidade. Mas o argumento que podemos colocar é que um ano possui 365 dias e, nos outros dias o que se poderá oferecer? As realizações não podem ocorrer assim como se o mundo fosse acabar amanhã, logo após todos os eventos. Tudo é movimento e continuidade, dentro do mundo real.
Sim, pode até ser que a Virada Cultural já tenha assumido um perfil ou a cara da cidade como muita gente queira pressupor. Mas não podemos forçar a barra, conforme a situação se denota. São tempos difíceis e são outros tempos, onde o dinheiro público deve ser utilizado de forma responsável e para os anseios da comunidade artística a que se está reservada legalmente.
Pode ser mesmo, que a Virada Cultural tente retratar de forma lídima e singular as pluralidades das artes que a cidade toda irá consumir e deglutir em um único dia. Mas não se trata de uma Política Pública que comprove ser fidedigna e, que se retrate a austeridade e o empenho dos governos no tocante á realizações, contudo, se faz necessário dizer que sem cultura de verdade e com vaidades, certamente não haverá vias para a história.
 
Beto Santos é cantor e compositor, fazedor de cantorias, cantor performá tico, escritor free de contos e causos do cotidiano, Delegado Nacional do Sindicato dos Músicos Práticos e Intérpretes do Brasil (Sinpratec), Produtor Cultural e Musical, Membro Fundador do Movimento Negra Música, sendo também o segundo mais antigo concorrente dos Circuitos dos Festivais de Música ainda em atividades no Brasil.   betosantos2006@yahoo.com.br

terça-feira, 8 de março de 2011

POLITICA

Exército de Brancaleone segura a barra da Ministra Ana de Hollanda


Dentre os fatos políticos que marcam os primeiros dias do governo Dilma Rousseff, há um que beira o absurdo pela ilogicidade, que é esta campanha contra a Ministra Ana de Hollanda, só porque substituiu um nome do Partido Verde no MinC, fez mudanças em cargos de confiança e cuidou de outras alterações administrativas.

De início foi a questão de retirada do selo Creative Commons do site do MinC, um fato insignificante em termos administrativos federais, pois, segundo o site Rede Brasil Atual (http://www.redebrasilatual.com.br/multimidia/blogs/blog-na-rede/mot...), apenas 2 ministérios o adotam até agora.

Depois foi o caso Emir Sader que, de boquirroto, indelicado e arrogante, foi tratado como se fosse  vítima de algum ato atrabiliário por parte da Ministra, que apenas tornou sem efeito o convite que fora feito e zelosamente convidou o cientista social Wanderley Guilherme dos Santos para o cargo. O incrível é que há até quem do alto de sua ignorante arrogância(ou má fé) tenha a coragem de repetir o mantra desqualificante para os que estão acostumados com as "personalidade e famosos" de quinze minutos, "não sei quem essa tal de Ana de Hollanda",  como se fosse um crime alguém não ser uma celebridade  badalada pela mídia.

Agora, como fecho de ouro, numa clara demonstração de que a tentativa de demolição da Ministra Ana de Hollanda faz parte de uma forte aliança política para desestabilizar a Presidenta Dilma Rousseff, surge essa "reportagem" sobre a área ministerial e o Palácio do Planalto, sem que nenhuma fonte corrobore o que a repórter paulista da FSP diz ter acontecido, em que a Presidenta é citada como "confidente" de uma crítica à Ministra. Ora, infelizmente, há muito que a grande mídia adota a técnica de citar "várias fontes", sempre cautelosamente escondidas pelo anonimato e pelo sigilo, para divulgar boatos e realizar intrigas para incomodar e enfraquecer a credibilidade de pessoas públicas. Nesse caso, muito mais que a Ministra Ana de Hollanda, o alvo é a Presidenta Dilma Rousseff.

A questão é que tais manobras, pela falta de originalidade e eficácia veraz, servem apenas para reforçar o apoio da real esquerda à Presidenta Dilma. Assim como nos idos de 1950/60 e 1989/2008 muito se badalou sobre o fim das ideologias e da História, hoje, numa espécie de revival das teses de Daniel Bell e suas fantasias neo-industriais, a nova moda é uma visão estratégica tão ampla que supere os dilemas das divisões sociais e os objetivos problemas econômicos, de tal maneira que, através de uma "política de compartilhamento e parcerias" haja a anulação das negativas características do sistema capitalista, algo somente possível pela adoção de novos paradigmas de desenvolvimento e relações humanas, em que a tecnologia operará a factibilidade de tudo isso. Tudo sustentado na argumentação neoliberal do Manuel Castells, que a exemplo de muito acreditou na perenidade desse modo de exploração capitalista.

Ou seja, mais do que a simples queda de uma Ministra, há o objetivo de impor uma agenda política e procedimentos administrativos que tornem reais essas propostas e prontamente executáveis em larga escala. É uma nova versão do famoso "golpe de Estado", hoje, eufemisticamente chamado de revolução colorida, no caso uma "revolução verde".

A agenda negativa contra a Ministra Ana de Hollanda  seguida por  toda a Grande Mídia e parte da blogosfera, com denodado empenho, exige a fabricação de um "escândalo" por dia. É "guerrilha comunicacional" ensinada poe Gene Sharp e seguidores.

Anteontem foi o pití do Emir Sader. A ordem era transformar a Ministra, vítima de ofensas, em algoz do magister dixit. Hoje colocam a própria Presidenta no imbróglio como se fizesse sentido uma pessoa direta e decente como ela ficar falando tititis sobre seus ministros, ao invés de falar diretamente com eles caso tivesse algo a recomendar. E seria Dilma tão bobinha que faria tudo isso ao alcance dos ouvidos da FSP.
Espera-se que o exército de reserva do Partido Verde e os fanáticos pelo CC virem a público para dizer que não conhecem Wanderley Guilherme dos Santos e que discordam de  sua nomeação.







quarta-feira, 5 de janeiro de 2011


JOKA


Quando o circulo se fecha . . .


O ceu branco de nuvens. Fim de tarde de um dia em hospitais lotados sempre cheios. Nada como ler um bom livro. Durante o longo tempo de espera. Mas e estranho quando fui pedir um protocolo para confirmar que eu tinha pedido o exame me foi negado. Encrespei mas não adianta de nada. Podia ter ligado na prefeitura ouviria alguma resposta bem burrocratica. O mesmo com qualquer vereador tanto da situaçao como da oposiçao. Este pais muda tanto e sempre continua do mesmo jeito o derrespeito das autoridades quanto a saude publica e desesperador para nos cidadaos.
Classificaçao de risco. E eu fiquei mais de cinco horas dentro daquele açougue chamado hospital. Medicos totalmente estressados sem nenhum apoio operacional. E cada vez que chamavam uma mulher gritava desesperadamente me chama. E estranho passamos pelo governo Lula no pais. Por Serra em Sao Paulo e a suada saude publica sempre a mesma.
O cidadao sempre desrespeitado em seus direitos. Vai se a postos de saude e nada de medicamentos.
Le se os jornais oficiais da cidade e do pais e para eles tudo esta bom. Este pessoal não entende que um dia por causa de um acidente podem parar num desses hospitais. Alguem comentou comigo se Jose Alencar fosse pobre e não tivece nestes hospitais de elite já tinha morrido a uns dez anos.
Ai de nos simples cidadaos comuns não temos proteçao de nada.
Por isto que qualquer cidadao quando acende um pouco nesta India chamada Brasil já compra um plano de saude.
Que bobagem a sociedade deve se mobilizar por saude de qualidade. Educaçao e Empregos.
E nunca de fato se mobiliza. Os Partidos Politicos estao enjessados no poder. Uns se dizem de direita outros de esquerda. Mas de fato so há dois grupos politicos hoje no pais a oposiçao e a situaçao.
E de fato nenhuma sociedade civil se organizando e cobrando dos governantes. Não temos nunca a quem reclamar. A imprensa nacional faz parte deste jogo estabelecido de poder.
Direita e Esquerda se encontram quando o circulo se fecha.
E nos povo e otarios que somos nos matando em discuçoes acolaradas de fim de semana.
E quando convocados os cidadaos ninguem pode duar uma parte de seu tempo para questionar governos que nos achamos que elegemos.
O jogo eleitoral e de cartas marcadas. Quem de fato acha que questiona o sistema já estabelecido esta de fora do jogo.
Nunca tera apoio. Entao a saude e a educaçao e tao mal falada cultura. Sempre estarao de fora da verba tao necessaria para que avancem.
Somos um povo armodarçado. Não temos voz a internet pulverizou ainda mais as poucas vozes criativas. Não há conteudo se há esta disperso em meio aos sites de promoçoes pessoais.
O FACEBOOK não nos une nos separa mais ainda.
E enquanto isto as elites economicas, politicas e sociais. Fazem o que bem entendem com o pais.
Cade os Sindicatos e outros grupos sociais.
Melhorar a saude deve ser prioridade. Em Sao Paulo a passagem de onibus vai a tres reais e ninguem reage.
Nosso direito de ir e vir. Nunca e cumprido tanto quando direito a saude publica universal e de qualidade.
Meus caros cade a qualidade.
Cade o protocolo que me faz provar que fiz um pedido de exame.
So somos cidadaos de direito. Mas nunca de fato. Somente votar não constroi uma democracia muito menos participar de partidos politicos que sao liderados por idiotas sempre idiotas disfarçados de cidadaos bem intencionados.
Uma cidade. Um estado e um pais. Em que o cidadao que dizem comum nunca tem odireito de ser ouvido. Não e democratico.
Reagir a esta doença chamada de medo da vida publca.
E transformar a politica de fato na luta bem publico e nossa obrigaçao de cidadaos que se dizem pensantes. A massa nunca conduz e sempre conduzida. Enquanto seres humanos devemos deixar de ser massa e passar a ser individuos.
A noite quase se faz presente. Vou buscar escapar deste laberinto. Eu existo antes de existir.
Ainda não sou mas serei. Faça se a luz.


JOKA

joao carlos faria

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Meus caros quem liberou a verba no caso a Petrobras que é do
governo federal portanto neste caso PT E PSDB estão juntos.O
BANHADO não é uma APA criada por Carlinhos de Almeida?
É ate justo que vire um parque mas é justo que a
comunidade que esta lá a mais de cem anos receba um imovel e uma
idenização. E a comunidade joseense não tem direito
de debater como será o Parque? A democracia nesta cidade
não existe estamos sempre a merce do partido A ou B. Sempre voto
no B o PT. Já tentei criar alternativas que seria o PV mas a
mesquinhes e pequenas ambiçoes de uma maioria debil não
deixa criar alternativas nesta cidade com mentalidade conservadora.
Filhos dos Baroes do Café.Por isto pelas minhas previsoes teremos
mais uns 50 anos de PSDB. Mas vamos em frente tentando encontrar saidas.
Mas a oposição joseense ná qual me incluo é
mediucre por demais.

http://187.103.147.36:8080/cmlink/o-vale/regi-o/prefeitura-inicia-demolic-o-de-casas-na-favela-do-banhado-1.56320#commentsForm-139746

domingo, 12 de dezembro de 2010

Estradas Paulistas e Estradas Mineiras

JOKA

Estradas Paulistas e Estradas Mineiras

Em viagem de laser pelas estradas do Vale do Paraíba e Sul de Minas.
Dá para se notar o desleixo que o governo de São Paulo comandado pelo PSDB tem
com a estradas
do Estado e aqui se paga pedágios alticimos.
É de estranhar que em Minas Gerais também governado pelo PSDB.
As estradas hoje em dia parecem um tapete.
Então para quem reclamamos a mídia Paulista comprada e que compactua com este
governo.
Aos cidadãos comuns que como eu não interfere de fato em nada.
Aos deputados de São Paulo que não passam de votos de cabrestos de governos de
extrema direita.
Sou Paulista de criação. E fiquei com vergonha do Estado em que moro. Por
conservar tão mal suas estradas.
Imaginem o que fazem com a educação, saúde.
E geração de emprego e renda.
Nós Paulistas hoje não somos locomotiva de nada somos o atraso.
Ainda bem que o governo de Lula investiu muito no Nordeste e Norte de nosso
pais.
Quando o cidadão Paulista criará vergonha na cara e lutará pelos seus direitos e
deveres.
Nos achamos classe média e por isto estamos na merda.
Que adianta ter um grande PIB.
Se tudo acaba parando nas mãos de governantes corruptos.
Sempre achamos que o dinheiro público não é de todos.
Nosso só é o que temos em nossa conta bancaria.
A imcopetencia dos governos Paulista é sempre evidente.
Também a cegueira do povo ultra conservador que mora no Estado de São Paulo.
Quando mudaremos nossa consciência?

joão carlos faria